“Acordo civilizatório”
O presidente Lula chamou o novo programa de refinanciamento de “acordo civilizatório” e comentou que a renegociação de dívidas cria condições para a União receber os recursos e oferece oportunidade ao estado para investir em políticas públicas estratégicas.
Para ele, o dinheiro que “sobrar” com a redução das parcelas não pode entrar “no ralo comum das coisas improdutivas”.
“O que é importante é que vai sobrar mais dinheiro para o governador administrar o Rio de Janeiro. E esse dinheiro, uma parte dele tem que ser alocada em políticas sociais, de preferência em duas áreas que são cruciais: saúde e educação”, acrescentou.
O governador em exercício do Rio afirmou que a entrada no Propag permitirá ao estado equilibrar as finanças e "cumprir a sua função de prestar atividades essenciais à população”.
“Este ano, com a assinatura do Propag, o Rio de Janeiro assume o compromisso de destinar, no mínimo, mais R$ 900 milhões para a área social e, no ano que vem, investir mais R$ 2,2 bilhões”, disse.
*Colaborou Andreia Verdélio.
Fonte: Agência Brasil
0 Comentário(s)
Seja o primeiro a comentar!